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PODCAST - CIOSP 2026 - Flavia Bezerra: O primeiro passo é o scanner

Durante o CIOSP 2026, um dos maiores eventos de odontologia da América Latina, muitas conversas importantes aconteceram sobre o futuro da odontologia digital. Entre elas, uma questão apareceu repetidamente entre técnicos de prótese e profissionais que desejam modernizar seus laboratórios: por onde começar no digital?

Direto do stand da Panda, tivemos um relato muito interessante que resume bem a realidade atual do mercado.

A porta de entrada para o digital

Se você está pensando em entrar para o fluxo digital na odontologia, é importante entender uma coisa: o primeiro passo normalmente é o scanner.

Ele funciona como a porta de entrada para todo o ecossistema digital. A partir dele, o laboratório ou clínica começa a trabalhar com arquivos digitais, softwares de planejamento e fabricação digital, como CAD/CAM e impressão 3D.

Ou seja, sem a digitalização inicial, todo o restante do fluxo fica limitado.

A experiência real de quem vive o laboratório

Quem compartilhou essa visão foi a Flaviana — ou simplesmente Flávia, como muitos colegas a conhecem — diretamente de Sobral.

Vivendo o dia a dia do laboratório e acompanhando as mudanças tecnológicas da odontologia, ela trouxe um ponto muito relevante para os profissionais que estão avaliando investimentos.

Segundo ela, hoje faz muito mais sentido começar com um scanner intraoral do que iniciar com um scanner de bancada.

Por que começar pelo scanner intraoral?

O scanner intraoral vem se tornando cada vez mais estratégico dentro do fluxo digital por alguns motivos importantes:

1. Integração direta com a clínica
Ele permite receber ou gerar arquivos digitais diretamente do paciente, eliminando várias etapas intermediárias do processo tradicional.

2. Mais agilidade no fluxo de trabalho
A digitalização intraoral reduz o tempo entre moldagem, envio e produção da prótese, tornando o processo muito mais rápido.

3. Comunicação mais eficiente
Com arquivos digitais, a comunicação entre dentista e laboratório se torna muito mais clara, permitindo ajustes e planejamentos com maior precisão.

4. Tendência do mercado
Cada vez mais clínicas estão adotando scanners intraorais, e os laboratórios que se adaptam a esse fluxo saem na frente.

Informação é tudo para quem quer migrar para o digital

Para os técnicos de prótese que desejam entrar no universo digital, a mensagem é clara: informação e planejamento fazem toda a diferença.

Antes de investir em equipamentos, entender o fluxo digital, conversar com colegas que já utilizam a tecnologia e acompanhar eventos do setor pode ajudar muito a tomar decisões mais seguras.

O digital não é mais uma tendência distante — é uma realidade que já está transformando a odontologia.

E, como destacou a Flávia, muitas vezes o primeiro passo pode começar justamente pelo scanner intraoral.